Reprodução
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Os machos atingem a maturidade sexual por volta das quatro semanas
enquanto que as fêmeas, têm o primeiro cio por volta das cinco semanas. Daí a
importância de separar as ninhadas por sexo nesta altura.
O cio das fêmeas acontece em ciclos de quatro ou cinco dias,
normalmente entre o fim da tarde e o amanhecer. Em condições ideais,
nenhuma fêmea deve acasalar antes de ter a estrutura física adequada, a partir
dos três ou quatro meses. Nas mesmas condições, não se deve permitir a uma
fêmea com mais de um ano de idade que emprenhe. No caso dos machos, desde
que atingem a maturidade até ao fim da vida, são capazes de acasalar.
As crias nascem ao fim de um período de gestação que pode variar entre
os 21 e os 25 dias. O número de crias por ninhada pode chegar aos vinte, sendo a
média para as variedades Self de dez e, para as variedades Marked, de catorze.
Nas duas primeiras semanas de vida não convém limpar o viveiro nem mexer
nas crias, salvo se a fêmea estiver bem habituada com as pessoas.
Os Filhotes nascem cegos, surdos e sem pêlo, desenvolvendo a primeira pelagem e os órgãos
sensoriais até às duas semanas e meia.
Poucos dias antes do parto, convém separar a fêmea do resto dos
indivíduos da mesma espécie, podendo esta voltar a ser inserida quando as crias
tiverem cinco semanas. O desenvolvimento principal das ratazanas bebés dá-se
até à sexta semana de vida, sendo por isso importante que, por esta altura, já
exista uma relação próxima com os seres humanos.